ESTÁS SOLTEIRA?
TENS A IMESIDÃO NAS TUAS MÃOS...
TROCADILHO BANAL?
PODE SER.....
MAS TENS O UNIVERSO NO ESTALAR DOS TEUS DEDOS,
O DESCONHECIDO COMO SEGREDO ETERNO QUE:
SÓ TU PODES DESCOBRIR O SIM E O NÃO.
ÉS O BARCO CRUZANDO A REBENTAÇÃO,
O MAR É O TEU INFINITO,
O ALVO ETÉRIO DE SABEDORIA E AMOR...
ESTÁS SOLTEIRA?
AZAR É DELE QUE NÃO CAPTOU O INSTANTE PRECISO,
CONCISO E DETALHADO DO UNIVERSO DA CUMPLICIDADE.
ESTÁS SOLTEIRA?
AZAR DOS QUE NEM TEM LUGAR ONDE
PROSPECTAR O DESCONHECIDO,
O MONSTRUOSO “NÃO-SEI-O-QUE” DO QUE NÃO SE SABE.
TENS A ICOMENSURÁVEL IGNORÂNCIA “DO-QUE-NÃO-ESTÁ”
TENS O “INCONCEBÍVEL” NO PODER DA TUA IMAGINAÇÃO...
ÉS A PLUMA, O VENTO E NUVEM,
ÉS O EFÊMERO QUE NÃO SABE
PRÁ ONDE VAI...
DISCERNIR O OBJETIVO? DISPENSÁVEL...
SABER ONDE CHEGAR? SÓ OS TOLOS E LIMITADOS TEM ESSA CONVICÇÃO RASTEIRA E POBRE...
ESTÁS SOLTEIRA... VOLTO A REPETIR,
TENS A IMENSIDÃO...
ESTÁS SOLTEIRA...
TENS A CHANCE DE CRIAR O INEXPLICÁVEL,
O INEXISTENTE PLAUSÍVEL DE MATERIALIZAÇÃO,
O INSONDÁVEL DO AGORA..
ESTÁS SOLTEIRA?
É O MOMENTO DO INÍCIO CONVÍCTO,
COM TODAS AS EXPERIÊNCIAS PASSADAS,
COM TODOS O MOMENTOS VIVIDOS,
COM TODOS OS ERROS CORRIGIDOS....
ESTÁS SOLTEIRA?
TENS O HORIZONTE COMO O TEU ALVO,
BARCO SEM AMARRAS, SEM PORTO, SEM ÂNCORA OU SEM DESTINO...
ÉS O AGORA, O TUDO E O SEMPRE,
QUE SÓ A LIBERDADE
CONSEGUE CRIAR...
sexta-feira, 22 de maio de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Poesia
A poesia
é o descartado do dia-a-dia,
É o não-visível do momento,
o sub-produto do cotidiano.
Poesia é o não-sentido,
o não-assumido pela consciência,
pela conveniência da razão.
Poesia é o olhar
por cima do ombro do tempo,
É espiar o fugaz do instante
do que é eterno.
Poesia é planar
entre os segundos do relógio,
É respirar os átomos de oxigênio
que se escondem nas
águas profundas de nossas vidas.
Poesia é o tudo
e o nada.
É o livre-arbítrio
de cada um.
é o descartado do dia-a-dia,
É o não-visível do momento,
o sub-produto do cotidiano.
Poesia é o não-sentido,
o não-assumido pela consciência,
pela conveniência da razão.
Poesia é o olhar
por cima do ombro do tempo,
É espiar o fugaz do instante
do que é eterno.
Poesia é planar
entre os segundos do relógio,
É respirar os átomos de oxigênio
que se escondem nas
águas profundas de nossas vidas.
Poesia é o tudo
e o nada.
É o livre-arbítrio
de cada um.
terça-feira, 19 de maio de 2009
# b
Sustenido (#), adoro isso,
Algo que é,
Só que noutra posição,
Tudo igual, só que de outra forma...preferências,
Bemol (b), a mesma coisa só que do outro lado,
Não me agrada tanto...
Preferências........
Algo que é,
Só que noutra posição,
Tudo igual, só que de outra forma...preferências,
Bemol (b), a mesma coisa só que do outro lado,
Não me agrada tanto...
Preferências........
quarta-feira, 8 de abril de 2009
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Refluxo
Quando eu te conheci meu sangue correu ao contrário,
O meu branco virou preto,
o meu azul se transformou em vermelho,
A minha luz escureceu e
meu norte foi parar no meu sul.
Quando eu te conheci comecei a ver o mundo com teus olhos,
Respirar com as tuas narinas, sentir o gosto da vida pela tua boca e
apalpar o mundo através do teu tato.
A partir de quando te conheci nada mais me restou...
Apenas meu coração, que pulsava apaixonadamente por ti
Quando eu te conheci meu sangue correu ao contrário,
O meu branco virou preto,
o meu azul se transformou em vermelho,
A minha luz escureceu e
meu norte foi parar no meu sul.
Quando eu te conheci comecei a ver o mundo com teus olhos,
Respirar com as tuas narinas, sentir o gosto da vida pela tua boca e
apalpar o mundo através do teu tato.
A partir de quando te conheci nada mais me restou...
Apenas meu coração, que pulsava apaixonadamente por ti
sábado, 5 de abril de 2008
Onde andas?
Onde tu andas?
Sumistes inclusive das
minhas lembranças mais antigas,
dos bares, dos lugares onde vou, e acho que
do meu coração.
Onde tu andas?
Só estás nas linhas dos meus
poemas antigos
Só estás nas fotos
do nosso passado
Onde tu andas
que não te vejo?
Só te sinto, sutilmente,
sob minha pele,
que se arrepia ao
sentir qualquer cheiro
que lembre a tua presença.
Porto Alegre, 27 de março de 2008
(essa é mais moderninha,hehehehe)
Sumistes inclusive das
minhas lembranças mais antigas,
dos bares, dos lugares onde vou, e acho que
do meu coração.
Onde tu andas?
Só estás nas linhas dos meus
poemas antigos
Só estás nas fotos
do nosso passado
Onde tu andas
que não te vejo?
Só te sinto, sutilmente,
sob minha pele,
que se arrepia ao
sentir qualquer cheiro
que lembre a tua presença.
Porto Alegre, 27 de março de 2008
(essa é mais moderninha,hehehehe)
Assinar:
Postagens (Atom)
